Quem me conhece bem, sabe que sou amiga do meu amigo, e isto significa sê-lo incondicionalmente. Mas também sabem que não se cotuca onça com vara curta! Levo a minha vida como qualquer outra pessoa, que tenha prazer em viver, que viva de forma risonha e acelerada, que possa dizer que o trabalho é uma das suas fontes de energia. Basicamente, tento viver deste modo... uns dias melhores, outros piores. Mas o que faz de nós seres humanos extraordinários é a capacidade de adaptação a todos os cenários, porque a vida é um palco, e toda a gente nos está a ver, falta saber se vivemos as coisas como elas são, ou se vivemos as coisas como somos! Seja como for, o que interessa é dar um bom espectáculo... e cagar nas críticas que nos querem derrubar! A vida já tentou algumas vezes pregar-me uma rasteira, até já tropecei algumas vezes, mas ainda estou de pé!
Interests
Interesso-me pela vida, pelo ar que respiro , pelo pôr do sol quando o verão está a acabar, pela chuva miudinha que cai na tenda de campismo quando estamos a acordar... A vida é tão curta, e no entanto pode ser tão preenchida... Interessa-me preencher a minha vida com amigos, com momentos felizes e inesquecíveis, com o amor de quem me ama e que eu retribuo... Interessam-me as 2 coisas mais importantes que existem no universo; os meus filhos: Gabriela e Rodrigo. Basicamente o que me interessa é esquecer o lado amargo da vida e aproveitar o que de bom ela possa ter.
Favorite Music
Imensas...Depende do estado de espírito!
Favorite TV Shows
CSI: todos Serviço de Urgência Documentários que me prendam a atenção Donas de casa desesperadas
Favorite Books
O Perfume, de Patrick Susskind Onze minutos, de Paulo Coelho Zahir, de Paulo Coelho
Favorite Quote
Há sempre 3 versões de cada história: a minha, a tua e a verdade!
if only u knew how much u r missed how much it hurts looking at your picture and knowing that u won´t walk in the door and say something that cracks everybody up the rage we feel why... why him... why such a painful death why did God give us hope and then ripped u away from us i miss u i remember u and for sure i´ll never ever forget u
Queria tão só remeter uma mensagem para a informar que existem aqui poemas meus assinados pelo Plagiador HEMILTON AFONSO
Claro que a culpa não é sua. A minha poesia está registada e este Sr. tem colocado este e muitos mais em outros utilizadores do HI5
Com os meu devido respeito, por si e não pelo plagiador, posso dar-lhe todas as provas que comprovam os factos.
Aliás, este assunto já foi por mim comunicado à ADministração do HI5 e também lhe posso dar o n.º do processo.
Por meu lado apenas quero o nome completo do plagiador e a sua identificação para o processar por uso indevido e assumir-se como autor da mesma.
Seria fácil para o tal Hemilton que se retratasse e dissesse publicamente que plagiou poemas meus e da Paula Raposo do Blog AS MINHA ROMÃS.
Sempre autorizei a edição da minha poesia citando a fonte. Quem me conhece sabe que não sou comerciante de poesia. Só exijo respeito e a manutenção do autor.
Autor do poema, devidamente registado, é Rogério Martins Simões Pode ser encontrado o original em POEMAS DE AMOR E DOR O poema encontra-se devidamente registado em Portugal na IGAC Inspecção-Geral das Actividades Culturais processo 2079/09.
Paula! Obrigado por me adicionares. Temos muitas coisas em comum: Somos Sagitários, pelo que descreves és como eu; EStou quieto no meu cantinho, dou a camisa por um amigo, mas se pisam o rabo ao gato, fujam da frente. Tens dois lindos filhos que deves amar porque eles são o melhor que podemos ter. Eu tenho um "menino" com 34 anos e uma "princesa" com 11 meses, a minha neta, que é a minha fortuna. Espero pela tua amizade. Um beijinho. Horácio Mateus.
Será que na vida não vive
Quem na vida já viveu?
Ou será que terá vida
Quem nesta vida sofreu?
Eu que morri e que vivo
Dentro do mundo que passou,
Nos versos que não morrerão
Após rasgar a vida
Irão lembrar quem chorou
E esta vida não viveu.
hamilton afonso Queria dedicar-te um canto
Nesta terna e longa viagem
Através da poesia.
Queria dar-te uma flor
Que jamais seque algum dia.
Pois ser feliz é esquecer
A amargura do momento
E só assim a vida é sublime
Bonita, ao mesmo tempo
Como este mar
Que nos separa
Nesta noite amena e calma.
Silêncio! Que o meu luar
Vai beijar a tua alma.
hamilton afonso Contigo, aprendi a saber o que é unidade
A ouvir o que não chega ser dito,
A sentir o que tu pensas,
Sabendo que pensas o que sinto…
Aprendi a saber de mim, através do que sei de ti…
Aprendi a conhecer o silêncio
A conhecer o seu dicionário mudo
Apenas pelo olhar,
Não preciso de palavras, para saber de ti
E sei que também não precisas
Porque sabemos o que sentimos…
Aprendi a suportar o mistério que nos une
A força que nos comanda
A energia que sentimos…
Aprendi contigo o valor de sermos “dois” e “um”
Estarmos juntos, estando separados,
Numa integridade única de quem sabe o que quer…
Aprendi contigo e com essa empatia
Que temos ainda muito que aprender
Que rir, cantar, chorar e amar
É apenas o segredo de sermos
Duas almas num só corpo…
MARIA CELIA SILVA Vejo-te ir,
Não vou conseguir chegar,
Se partir…
Vais regressar,
Mas tu já saíste,
E eu fiquei!
Deriva de mim a dúvida
E o conselho a seguir:
Rir de acordo,
Ou acordar a rir,
e ir
Ir por aí
Por onde o meu passo me leva
Atrás de tudo e de nada,
Porque tudo afinal se queda
Estou novamente perdido!
Vi-te partir,
Vais regressar,
Afinal prometeste voltar…
hamilton afonso “ O poeta é um fingidor.
Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor
A dor que deveras sente.
E os que lêem o que escreve
Na dor lida sentem bem
Não as duas que ele teve
Mas só a que eles não tem.”
Fernando Pessoa
Náufrago sombrio da noite errante,
Letárgico na imensidão escura,
Do peito, o coração se transfigura,
Refúgio da desilusão constante.
É a reciprocidade exorbitante!
Ao leito desse quarto, a amargura
Exposta à transmutação futura
E às margens dessa solidão cortante.
E nada o será tal como fora,
Nem nada do que fora, então se entrega
Inerte a minha alma sonhadora;
Estática, pois ergue e não carrega
O peso da prisão devastadora,
Mas náufrago meu coração navega.
Murilo Rafael Oque acontece com um coração
Que vive uma canção
Pode até estar perdido
Com um ferido.
Meu amor está sumido
Pode até estar perdido!
E agora o que vou fazer com a paixão
Que predomina meu coração.
Ninguem segura o amor.
Quando ele é regeitado
Não é mais amor mais assim dor
O amor pode estar cansado de ser abandonado
Agora esse amor é antessesor
Já cansei de ser amador.
Sabrina Só queria te dizer
que sem você não sei viver
posso até tentar
mas a saudade não vai deixar.
só queria que você soubesse
que o teu Amor me enobresse
me faz sentir como uma rainha
nos teus braços sem perder a linha.
Só queria que você percebesse
que o meu sentimento por você
não tem nenhum interesse.
Eu só queria te dizer
pois tá difícil de esconder
o Amor que tenho no peito, que não para de cerscer.
Anna Paula Guinalia Óh fada assoprada pela brisa
Me encanta com teu jeito divinal
E em meu coração se eterniza
Me toca de uma forma genial
Óh deusa, eu te quero aqui comigo
Que és a majestosa flor mais bela
Que o meu peito já me disse "Amigo
Teus olhos foram feitos para vê-la"
Não sei mais que dizer de ti amada
Mas se eu calar o ar ainda tine
Por isso eu clamarei na madrugada
Que o verso do Poeta se refine
"Sem o amor eu não seria nada"
Ser nada é morrer sem amar a Aline!
Diego Ribeiro Sabino Sentir, pelo atos, que não é, e nunca foi amado.
Antever o desprezo pelo sempre esquecimento.
Não ter resposta dos lábios frios e cerrados;
a fala calou-se, não tendo sequer ressentimento.
No olhar o cansaço antecipa o adeus já esperado.
Sumir agora é a ordem, aguarda-se o momento.
Os corpos não se tocam, músculos dilacerados.
A vida tramada, calada,nunca esteve a contento.
Nos cabelos brancos a denúncia: antecipação da velhice.
Os pés cansados, por demais lentos, procuram o descanso.
Agora lamenta, faltou o sabor: um pouco de canalhice.
Sente e geme a sentença na carne: voltarás a ser pó!
Compreende então a verdade, a verdade do tormento;
és homem, uno, sem chances, foi, é, e será sempre só!
Adaides Batista dos Santos
Já disse todas as palavras todas! As de canto as de encanto as de dor as de amor as de frio as de cio as de sorte as de morte e as de vida dorida, ferida, ferida... e o que trás o que faz o que jaz sem temor é um rio vazio tão só e tão frio por falta de amor todo dor, todo dor... já disse e não espero nem quero não quero o desejo dum beijo em boca promessa nem ternura com pressa; não mais a tristeza não mais a incerteza não mais a rudeza de sílaba assim... não quero palavras escritas ou ditas feias ou bonitas que doem em mim!... Maria Mamede A chuva são as lágrimas da vida
que caem tristemente do céu
na tentativa de lavar a alma
daqueles que ainda acreditam no amor.
Ela escorre pelas calçadas
com a intenção de limpar a cidade
das injustiças sociais
e da hipocrisia humana.
Ela enche o lago
para matar a sede
daqueles que desejam a felicidade.
Ela rega a vida
para acabar com seca
de esperança por um mundo melhor.
Anna Paula Guinalia Sem você eu não vivo
apenas sobrevivo
por mais um longo dia cinzento
e uma interminável noite fria.
Sem você
fico muito triste
tudo que faço é lembrar
de seus carinhos, sua voz macia.
Sem você
fiquei órfã
do amor que me fazia viver.
Sem você
apenas recordo o passado
com esperança de tê-lo no futuro.
Anna Paula Guinalia Preciso saber como estás
o que fazes de interessante
o que pensas da vida
o que sentes perante o amor.
Preciso saber
se beijas outra boca
se acaricias outro rosto
se afagas outro cabelo.
Preciso ver-te
tocar-te
e amar-te novamente.
Preciso ter-te
como nunca tive
e para todo o sempre.
Anna Paula Guinalia Será que me amaste realmente
que não mentiste a ti mesmo
dizendo que era para sempre
que nascemos um para o outro.
Será que falavas a verdade
que sentias tudo que dizias
que teu sorriso era verdadeiro
e teu olhar sinceiro.
Será que tudo acabou
que não lembras de nada
e o sentimento desapareceu.
Será que o teu amor
era verdadeiro
como o sol que ilumina o dia?
Anna Paula Guinalia
Ao ouvir uma canção,
Um sorriso em meus lábios surgiu,
E uma forte emoção,
Todo meu ser possuiu.
Conforme ouvia calado,
Você surgia em minha mente,
Como um lindo filme a passar,
Fazendo minha vida diferente.
Estrelas nos ceus a brilhar,
Irradiando sua beleza,
Focadas todas em você,
Minha querida princesa.
Defronte a um lago azul,
Você de cabelos soltos ao ar,
Espalhava seu doce perfume,
Convidando - me para te amar.
Vivendo este sonho de amor,
Senti você se aproximar,
E o calor do seu corpo,
Meu corpo arrepiar.
Então pude provar,
A delicia dos seus beijos,
Transformando meu coração,
Em fonte de insaciável desejo.
Não resisti ao Amor,
E a você me entreguei,
E confesso de coração,
Que pra sempre te amarei.
by José Roberto.
"Para quem está a chorar, não só tenho um ombro amigo para chorar, mas um coração cheio de Amor, para te Amar e amar assim
Um segredo que é só meu
Meu pomar de delícias
O eco de meus sonhos
Te amar assim
Talvez seja um meio
De te preservar pra sempre
Divisor das águas em mim
Te amar assim
Pendurada no teu céu
Exposta em tuas mãos
Suave memória curando tuas dores
Te amar assim
Ouvindo teu riso alegre
Sentindo teu ar em mim
Tangendo teu corpo manso
Te amar assim
Exilando meus fantasmas
Embriagando meus receios
Acordando meus desejos
Te amar assim
Na volúpia das conversas
No movimento dos versos
Na cumplicidade das lembranças
Te amar assim
No outono das minhas cores
No poente da tua entrega
No horizonte do nosso encontro
Te amar assim
Em êxtase
Sem medo de sentir que estou feliz.
(by: Eliane Malpighi Não existe somente uma idade
para se ser feliz,
alcançar a tão sonhada felicidade
da vida ser apenas um aprendiz
Se encantar com tudo na vida
viver apaixonadamente
viver uma época num instante
e saber que é preciso sonhar
Criar uma áurea dourada
ser uma pessoa predestinada
a todos fazer feliz
não apenas ser, mas existir
Renovar a cada momento
nossas almas reernegizar
aceitar todos os desafios
e toda a luta enfrentar
Viver todos os amores
experimentar todos os sabores
sem culpas ou temores
arrependimentos ou dissabores
Dourar cada momento
de felicidade e encantamento
por amar e ser amado
e saber que sempre
É TEMPO DE SER FELIZ
by: Dibruck O gosto da tua pele
sal impregnado em meus lábios
que me mata de sede
à beira da fonte dos teus prazeres.
O teu gosto na minha boca
mel que sacia meus desejos
na hora derradeira
do medo de te perder
em meio aos lençóis.
O teu cheiro impregnado
no meu corpo
perfume raro que nem a chuva
leva de mim...
autor desconhecido
Com você aprendi a saber o que é uma unidade,
A ouvir o que não chega a ser dito,
Sentir o que você pensa,
Sabendo que você pensa o que eu sinto,
Aprendi a saber de mim,
Através do que sei de você...
Aprendi a conhecer seu silêncio,
A entender seu dicionário mudo,
Apenas pelo calar...
Não preciso de palavras para saber sobre você,
E sei que você também não precisa delas
para me entender, pois,
Sabemos o que sentimos...
Aprendi a respeitar o mistério que nos une,
A força que nos comanda,
E a energia que sentimos...
Estou aprendendo a respeitar a capacidade de termos
uma sintonia que nos liga à mesma freqüência,
Nos fazendo um canal de poder,
Criado por uma energia que emana de uma Força Maior...
Aprendi com você o valor
de sermos um e sermos dois...
de sermos dois e sermos um...
É um estar juntos mesmo separados,
Numa integridade única,
De quem sabe o que quer e o que sente...
Aprendi com você e com essa sintonia,
Que ainda tenho muito o que aprender... com você...
Vamos encontrar nosso Real,
E rir, e amar, e vivermos nosso amor,
Pois tudo isso é maravilhoso...
E que cada drama é só nosso modo de ver a vida,
Só está nos mostrando aquilo que estamos criando
Com nosso poder de acreditar... em nós... É estar onde se quer
É fazer o que deseja
É pensar só em você
Mesmo que pouco te veja
É gritar com toda a força
De amor ou de prazer
É querer todos os dias
Te amar pra me perder
É pegar uma idéia
E tornar realidade
É deixar pra lá sem dó
Toda a dor, toda a verdade
É sonhar com esse rosto
Tão grafado em minha mente
É beijá-lo várias vezes
Na memória, docemente
É poder assim dizer
Dessa forma assim tão doce
Como queria amar você
Por um dia só que fosse.
by: Mônica Campregher Seduza-me!
Sem entremeios
Indecisões ou receios.
Me traga flores,
Me ofereça estrelas,
Colhidas especialmente
Pra mim...
Seduza-me!
Corra o mundo,
Invente uma canção,
Me faça versos
Que falem de paixão.
Brinque comigo,
Me faça rir,
Me toque
Sem me tocar.
Me surpreenda,
Me prenda!
Me conte de você,
Da sua vida.
Me olhe nos olhos
E me faça sentir
Um ser especial...
Seduza-me!
Me fale de amor
E de paraíso.
Venha com beijos,
Vinho tinto
E luz de velas,
Se for preciso.
Me pegue
Em seus braços
E eu te juro,
Que se você
Me chega assim,
Não vou saber te resistir...
by: Leticia Thompson Seria muito pedir...
Que ao nascer de cada dia você estivesse ao meu lado?
Que teu sorriso iluminasse as manhãs por mais cinzentas que fossem?
Que no abrir dos teus olhos a imagem refletida fosse do meu amor por você?
Seria muito pedir...
Que ao passar dos dias nosso amor se tornasse mais puro, singelo e intenso?
Que quando estivéssemos juntos esquecêssemos do tempo e do espaço?
Que a razão dos nossos sorrisos fosse, simplesmente, por estarmos assim?
Seria muito pedir...
Que a cada marca, a cada fio de cabelo que se tornasse grisalho eu pudesse lhe dizer como estás ainda mais linda?
Que meu desejo por ti não respeita regras, não sabe onde começa e nem como termina?
Que eu pudesse contemplar o campo florir-se por tua presença radiante ali?
Seria muito pedir...
Desejar...
Que o eterno não fosse o bastante para nosso amor e que os dias fossem poucos para que eu pudesse lhe dizer...
Te amo!
by: Eros
Se eu pudesse te sentir, por um momento sem fim,
Se eu pudesse...
Te levar prá bem longe, sem o ontem,
sem o amanhã, sem pausa,
Se eu pudesse...
Minha estrela, meu céu, meu sol,
minha aurora, meu tudo agora.
Se eu pudesse ter tudo que eu quero agora...
Queria você prá mim, dentro de mim,
para um momento sem fim.
Se eu pudesse...
(desconheço a autoria.) Quando o amor acenar, siga-o ainda que por caminhos ásperos e íngremes.
E quando suas asas o envolverem, renda-se a ele. Ainda que a lâmina escondida sob suas asas possa feri-lo.
E quando ele falar a você, acredite no que ele diz, Ainda que sua voz possa destroçar seus sonhos, Assim como o vento norte devasta o jardim.
Pois, se o amor coroa, ele também o crucifica. Se o ajuda a crescer, também o diminui.
Se o faz subir às alturas e acaricia seus ramos mais tenros que tremem ao sol, também o faz descer às raízes e abala sua ligação com a terra.
Como os feixes de trigo, ele o mantém íntegro. Debulha-o até deixá-lo nu.
Transforma-o, livrando-o de sua palha. Tritura-o, até torná-lo branco. Amassa-o, até deixá-lo macio e, então, submeta-o ao fogo para que se transforme em pão, no banquete sagrado de Deus.
Todas essas coisas pode o amor fazer para que você conheça os segredos de seu coração e, com esse conhecimento, se torne um fragmento do coração da VIDA.
(by: Khalil Gibran) Se um dia te der uma louca vontade de chorar, me chama,
Não te prometo fazer sorrir, mas posso chorar com você.
Se um dia resolver fugir; não se esqueça de me chamar,
Não te prometo convencer de ficar, mas posso fugir contigo.
Se um dia te der uma louca vontade de não falar com ninguém;
Me chama assim mesmo;
Prometo ficar bem quietinha(o).
Mas... se um dia você me chamar e eu não ouvir ...
Vem correndo ao meu encontro...
Talvez eu esteja precisando Saudade é solidão acompanhada,
é quando o amor ainda não foi embora,
mas o amado já...
Saudade é amar um passado que ainda não passou,
é recusar um presente que nos machuca,
é não ver o futuro que nos convida...
Saudade é sentir que existe o que não existe mais...
Saudade é o inferno dos que perderam,
é a dor dos que ficaram para trás,
é o gosto de morte na boca dos que continuam...
Só uma pessoa no mundo deseja sentir saudade:
"aquela que nunca amou."
E esse é o maior dos sofrimentos:
não ter por quem sentir saudades, passar pela vida e não viver.
O maior dos sofrimentos é nunca ter sofrido..."
Pablo Neruda ) Com você aprendi a saber o que é uma unidade,
A ouvir o que não chega a ser dito,
Sentir o que você pensa,
Sabendo que você pensa o que eu sinto,
Aprendi a saber de mim,
Através do que sei de você...
Aprendi a conhecer seu silêncio,
A entender seu dicionário mudo,
Apenas pelo calar...
Não preciso de palavras para saber sobre você,
E sei que você também não precisa delas
para me entender, pois,
Sabemos o que sentimos...
Aprendi a respeitar o mistério que nos une,
A força que nos comanda,
E a energia que sentimos...
Estou aprendendo a respeitar a capacidade de termos
uma sintonia que nos liga à mesma freqüência,
Nos fazendo um canal de poder,
Criado por uma energia que emana de uma Força Maior...
E de novo, Lisboa, te remancho,
numa deriva de quem tudo olha
de viés: esvaído, o boi no gancho,
ou o outro vermelho que te molha.
Sangue na serradura ou na calçada,
que mais faz se é de homem ou de boi?
O sangue é sempre uma papoila errada,
cerceado do coração que foi.
Groselha, na esplanada, bebe a velha,
e um cartaz, da parede, nos convida
a dar o sangue. Franzo a sobrancelha:
dizem que o sangue é vida; mas que vida?
Que fazemos, Lisboa, os dois, aqui,
na terra onde nasceste e eu nasci?
Alexandre O'Neill, in 'De Ombro na Ombreira' Acaba mal o teu verso,
mas fá-lo com um desígnio:
é um mal que não é mal,
é lutar contra o bonito.
Vai-me a essas rimas que
tão bem desfecham e que
são o pão de ló dos tolos
e torce-lhes o pescoço,
tal como o outro pedia
se fizesse à eloquência,
e se houver um vossa excelência
que grite: — Não é poesia!,
diz-lhe que não, que não é,
que é topada, lixa três,
serração, vidro moído,
papel que se rasga ou pe-
dra que rola na pedra...
Mas também da rima «em cheio»
poderás tirar partido,
que a regra é não haver regra,
a não ser a de cada um,
com sua rima, seu ritmo,
não fazer bom e bonito,
mas fazer bom e expressivo...
Alexandre O'Neill, in 'De Ombro na Ombreira' Mal nos conhecemos
Inaugurámos a palavra «amigo».
«Amigo» é um sorriso
De boca em boca,
Um olhar bem limpo,
Uma casa, mesmo modesta, que se oferece,
Um coração pronto a pulsar
Na nossa mão!
«Amigo» (recordam-se, vocês aí,
Escrupulosos detritos?)
«Amigo» é o contrário de inimigo!
«Amigo» é o erro corrigido,
Não o erro perseguido, explorado,
É a verdade partilhada, praticada.
«Amigo» é a solidão derrotada!
«Amigo» é uma grande tarefa,
Um trabalho sem fim,
Um espaço útil, um tempo fértil,
«Amigo» vai ser, é já uma grande festa!
Alexandre O'Neill, in 'No Reino da Dinamarca' Ao lado do homem vou crescendo
Defendo-me da morte quando dou
Meu corpo ao seu desejo violento
E lhe devoro o corpo lentamente
Mesa dos sonhos no meu corpo vivem
Todas as formas e começam
Todas as vidas
Ao lado do homem vou crescendo
E defendo-me da morte povoando
De novos sonhos a vida
Alexandre O'Neill, in 'No Reino da Dinamarca' Congresso de gaivotas neste céu
Como uma tampa azul cobrindo o Tejo.
Querela de aves, pios, escarcéu.
Ainda palpitante voa um beijo.
Donde teria vindo! (Não é meu...)
De algum quarto perdido no desejo?
De algum jovem amor que recebeu
Mandado de captura ou de despejo?
É uma ave estranha: colorida,
Vai batendo como a própria vida,
Um coração vermelho pelo ar.
E é a força sem fim de duas bocas,
De duas bocas que se juntam, loucas!
De inveja as gaivotas a gritar...
Alexandre O'Neill, in 'No Reino da Dinamarca' Há palavras que nos beijam
Como se tivessem boca.
Palavras de amor, de esperança,
De imenso amor, de esperançar louca.
Palavras nuas que beijas
Quando a noite perde o rosto;
Palavras que se recusam
Aos muros do teu desgosto.
De repente coloridas
Entre palavras sem cor,
Esperadas inesperadas
Como a poesia ou o amor.
(O nome de quem se ama
Letra a letra revelado
No mármore distraído
No papel abandonado)
Palavras que nos transportam
Aonde a noite é mais forte,
Ao silêncio dos amantes
Abraçados contra a morte.
Alexandre O'Neill, in 'No Reino da Dinamarca'
De passadas tristezas, desenganos
amarguras colhidas em trinta anos,
de velhas ilusões,
de pequenas traições
que achei no meu caminho...,
de cada injusto mal, de cada espinho
que me deixou no peito a nódoa escura
duma nova amargura...
De cada crueldade
que pôs de luto a minha mocidade...
De cada injusta pena
que um dia envenenou e ainda envenena
a minha alma que foi tranquila e forte...
De cada morte
que anda a viver comigo, a minha vida,
de cada cicatriz,
eu fiz
nem tristeza, nem dor, nem nostalgia
mas heróica alegria.
Alegria sem causa, alegria animal
que nenhum mal
pode vencer.
Doido prazer
de respirar!
Volúpia de encontrar
a terra honesta sob os pés descalços.
Prazer de abandonar os gestos falsos,
prazer de regressar,
de respirar
honestamente e sem caprichos,
como as ervas e os bichos.
Alegria voluptuosa de trincar
frutos e de cheirar rosas.
Alegria brutal e primitiva
de estar viva,
feliz ou infeliz
mas bem presa à raíz.
Volúpia de sentir na minha mão,
a côdea do meu pão.
Volúpia de sentir-me ágil e forte
e de saber enfim que só a morte
é triste e sem remédio.
Prazer de renegar e de destruir
o tédio,
Esse estranho cilício,
e de entregar-me à vida como a
um vício.
Alegria!
Alegria!
Volúpia de sentir-me em cada dia
mais cansada, mais triste, mais dorida
mas cada vez mais agarrada à Vida!
Fernanda de Castro, in "D'Aquém e D'Além Alma" Este é o papel singular da alegria
a lei errante do país
é o maior dos silêncios.
Caminhei por entre rios pontos de água
estações de novembro
pequena razão dos ventos da manhã.
Não trafiquei não porque seja forte
mas porque falo da alegria do estar sobre vós
nestes pontos de água
na acidez da flor
neste país frequentado
algumas coisas nunca mudarão. O rigor
da luz torna invulnerável o desejo de perder
esta pressa de verão.
Algumas coisas serão sempre as mesmas: manhã
encosta o teu ouvido sobre a porta escuta
era a voz os cavaleiros roubados a Ucello
longínquos.
(Profanamos a casa não o corpo
esta forma desenhada ruga a ruga
esta cor amarela sobre a praia.)
João Miguel Fernandes Jorge, in "Vinte e Nove Poemas" A alegria da vida, essa alegria d'oiro
A pouco e pouco em mim vai-se extinguindo, vai...
Melros alegres de bico loiro,
Ó melros negros, cantai, cantai!
Ando lívido, arrasto o pobre corpo exangue,
Que era feito da luz das claras madrugadas...
Rosas vermelhas da cor do sangue,
Rosas abri-vos às gargalhadas!
Limpidez virginal, graça d'Anacreonte,
Mimo, frescura, força, onde é que estais?... não sei!...
Ó águas vivas, águas do monte,
Ó águas puras, correi, correi!
Eu sinto-me prostrado em lânguido desmaio,
E a minha fronte verga exausta para o chão...
Cedros altivos, sem medo ao raio,
Cedros erguei-vos pela amplidão!
Guerra Junqueiro, in 'Poesias Dispersas' Ela canta, pobre ceifeira,
Julgando-se feliz talvez;
Canta, e ceifa, e a sua voz, cheia
De alegre e anônima viuvez,
Ondula como um canto de ave
No ar limpo como um limiar,
E há curvas no enredo suave
Do som que ela tem a cantar.
Ouvi-la alegra e entristece,
Na sua voz há o campo e a lida,
E canta como se tivesse
Mais razões pra cantar que a vida.
Ah, canta, canta sem razão!
O que em mim sente ‘stá pensando.
Derrama no meu coração a tua incerta voz ondeando!
Ah, poder ser tu, sendo eu!
Ter a tua alegre inconsciência,
E a consciência disso! Ó céu!
Ó campo! Ó canção! A ciência
Pesa tanto e a vida é tão breve!
Entrai por mim dentro!
Tornai Minha alma a vossa sombra leve!
Depois, levando-me, passai!
Fernando Pessoa, in "Cancioneiro"
No acaso da rua o acaso da rapariga loira.
Mas não, não é aquela.
A outra era noutra rua, noutra cidade, e eu era outro.
Perco-me subitamente da visão imediata,
Estou outra vez na outra cidade, na outra rua,
E a outra rapariga passa.
Que grande vantagem o recordar intransigentemente!
Agora tenho pena de nunca mais ter visto a outra rapariga,
E tenho pena de afinal nem sequer ter olhado para esta.
Que grande vantagem trazer a alma virada do avesso!
Ao menos escrevem-se versos.
Escrevem-se versos, passa-se por doido, e depois por gênio, se calhar,
Se calhar, ou até sem calhar,
Maravilha das celebridades!
Ia eu dizendo que ao menos escrevem-se versos...
Mas isto era a respeito de uma rapariga,
De uma rapariga loira,
Mas qual delas?
Havia uma que vi há muito tempo numa outra cidade,
Numa outra espécie de rua;
E houve esta que vi há muito tempo numa outra cidade
Numa outra espécie de rua;
Por que todas as recordações são a mesma recordação,
Tudo que foi é a mesma morte,
Ontem, hoje, quem sabe se até amanhã?
Um transeunte olha para mim com uma estranheza ocasional.
Estaria eu a fazer versos em gestos e caretas?
Pode ser... A rapariga loira?
É a mesma afinal...
Tudo é o mesmo afinal ...
Só eu, de qualquer modo, não sou o mesmo, e isto é o mesmo também afinal.
Álvaro de Campos, in "Poemas"
Heterónimo de Fernando Pessoa A alegria da vida, essa alegria d'oiro
A pouco e pouco em mim vai-se extinguindo, vai...
Melros alegres de bico loiro,
Ó melros negros, cantai, cantai!
Ando lívido, arrasto o pobre corpo exangue,
Que era feito da luz das claras madrugadas...
Rosas vermelhas da cor do sangue,
Rosas abri-vos às gargalhadas!
Limpidez virginal, graça d'Anacreonte,
Mimo, frescura, força, onde é que estais?... não sei!...
Ó águas vivas, águas do monte,
Ó águas puras, correi, correi!
Eu sinto-me prostrado em lânguido desmaio,
E a minha fronte verga exausta para o chão...
Cedros altivos, sem medo ao raio,
Cedros erguei-vos pela amplidão!
Guerra Junqueiro, in 'Poesias Dispersas' Enquanto eu te beijo, o seu rumor
nos dá a árvore, que se agita ao sol de ouro
que o sol lhe dá ao fugir, fugaz tesouro
da árvore que é a árvore de meu amor.
Não é fulgor, não é ardor, não é primor
o que me dá de ti o que te adoro,
com a luz que se afasta; é o ouro, o ouro,
é o ouro feito sombra: a tua cor.
A cor de tua alma; pois teus olhos
vão-se tornando nela, e à medida
que o sol troca por seus rubros seus ouros,
e tu te fazes pálida e fundida,
sai o ouro feito tu de teus dois olhos
que me são paz, fé, sol: a minha vida!
Juan Ramón Jiménez, in "Ríos que se Van"
Tradução de José Bento Querida vem junto de mim
Esta noite quero cantar
Uma canção para ti
Uma canção sem lágrimas
Uma canção ligeira
Uma canção de charme
O charme das manhãs
Envolvidas em bruma
Em que valsam coelhos
O charme dos pântanos
Onde alegres crianças louras
Pescam crocodilos
O charme dos prados
Que se ceifam no Verão
Para podermos rebolar-nos
O charme das colheres
Que rapam os pratos
E a sopa de olhos claros
O charme do ovo cozido
Que permitiu a Colombo
O truque mais luzido
O charme das virtudes
Que dão ao pecado
O gosto do proibido
Podia ter-te cantado
Uma canção de carvalho
De ulmeiro ou de choupo
Uma canção de plátano
Uma canção de teca
De rimas mais duráveis
Mas sem ruído nem alarme
Preferi experimentar
Esta canção de charme
Charme do velho notário
Que no estúdio austero
Denuncia o falsário
Ou o charme da chuva
Escorrendo gotas de ouro
Sobre o cobre do leito
Charme do teu coração
Que vejo junto ao meu
Quando penso no bem-estar
Ou o charme dos sóis
Que giram sempre em volta
De horizontes vermelhos
E o charme dos dias
Apagados da nossa vida
Pela goma das noites
Boris Vian, in "Canções e Poemas"
Tradução de Irene Freire Nunes / Fernando Cabral Martins
O terno e perigoso
rosto do amor
me apareceu numa noite
depois de um dia muito comprido
Talvez fosse um arqueiro
com seu arco
ou ainda um músico
com sua harpa
Não me lembro mais
Nada mais sei
Tudo o que sei
é que ele me feriu
talvez com uma flecha
talvez com uma canção
tudo o que sei
é que me feriu
feriu aqui no coração
e para sempre
Ardente muito ardente
ferida do amor.
by: Jacques Prévert Os caminhos da vida
Não me levam conforme eu queria.
As estradas do meu coração
Fazem tantas curvas.
Percorro o caminho da solidão,
Desamparada, triste, inconsolável. Não sei o que fazer,
O céu desabou sobre mim,
O mundo me deu as costas.
O medo da caminhada,
O medo de olhar pra frente,
Tudo me consome.Não há ninguém
Olhando por mim
O egoísmo me apossou.
A minha companheira é a dor.
Como são obscuros os caminhos da vida.
Como somos egoístas em tanto querer.
Como não temer?
Os abismos que nos esperam.
Como sonhar?
Se a cada passo há uma pedra
E em cada flor, um espinho.
Quando e como alcançaremos a verdadeira felicidade?" O Homem é a mais elevada das criaturas.
A Mulher é o mais sublime dos ideais.
Deus fez para o Homem um trono;
Para a Mulher, um altar.
O trono exalta, o altar santifica.
O Homem é o cérebro,
a Mulher, o coração, o amor.
A luz fecunda; o amor ressuscita.
O Homem é o gênio,
a Mulher, o anjo.
O gênio é imensurável,
o anjo, indefinível.
A aspiração do Homem é
a suprema glória;
A aspiração da Mulher,
a virtude extrema.
A glória traduz grandeza;
a virtude traduz divindade.
O Homem tem a supremacia;
a mulher, a preferência.
A supremacia representa força.
A preferência representa o direito.
O Homem é forte pela razão;
a Mulher invencível pelas lágrimas.
A razão convence;
a lágrima comove.
O Homem é capaz de todos os heroísmos;
A Mulher de todos os martírios;
O heroísmo enobrece;
o martírio, sublima.
O Homem é o código;
a Mulher, o evangelho.
O código corrige;
o evangelho aperfeiçoa.
O Homem é o templo;
a Mulher, um sacrário.
Ante o templo, nos descobrimos.
Ante o sacrário, ajoelhamo-nos;
O Homem pensa;
a Mulher sonha.
Pensar é ter cérebro;
Sonhar é ter na fronte uma auréola.
O Homem é um oceano,
a Mulher, um lago.
O oceano tem a pérola que embeleza;
O lago tem a poesia que deslumbra.
O Homem é a águia que voa;
a Mulher, o rouxinol que canta.
Voar é dominar o espaço;
cantar é conquistar a alma.
O Homem tem um fanal: a consciência;
A Mulher tem uma estrela: a esperança.
O fanal guia, a esperança, salva.
Enfim...
O Homem está colocado onde termina a terra;
A Mulher onde começa o céu...
VICTOR HUGO Amo-te,
de longe e em segredo,
confessando quase a medo
que já não faz sentido viver
sem te amar assim.
Amo-te
entre a esperança
e a quimera
de um esperar
de te amar de perto
que nunca chega ao fim.
Amo-te,
em pensamento,
a toda hora,
em qualquer momento
e escrava dessa obsessão,
hei de morrer te amando
num lamento de paixão.
by: Maria Lucia Victor
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